segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Apresentação do Projeto do Cerro Corá Moto Fest 2017

Em reunião realizada no último dia 22 de setembro do corrente ano, na Câmara Municipal de Vereadores de Cerro Corá/RN, foi apresentado aos Vereadores e a população o Projeto do 1º Cerro Corá Moto Fest, que contou com a presença dos Moto Clubes Cangaço e Serrano e os seus respectivos representantes. O Projeto foi elaborado pela AESC - Associação Esportiva e Sócio-Cultural de Cerro Corá e foi apresentado na ocasião pelo seu atual Presidente o Sr. Arimací Gomes (Ary) que explanou sobre o projeto para os vereadores e demonstrou o a importância  desse evento para o município.
O referido Projeto teve uma ótima aceitação por todos os vereadores presentes, que se comprometeram prontamente a ajudar no evento e torná-lo em mais uma atração no calendário de eventos do município.


Fonte: Blog "O Popular"

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Meteorito ainda intriga moradores 50 anos após queda no interior de SP: 'achava que era um disco voador'


O barulho e o clarão observados no céu ainda estão presentes na memória de quem os testemunhou em 14 de agosto de 1967. Cinquenta anos depois, a queda do Meteorito Saulo Gomes ainda intriga moradores da região de Ribeirão Preto (SP), onde seus fragmentos foram encontrados.
"Todo mundo perguntava o que tinha acontecido, mas ninguém tinha explicação. A maior parte achava que era um disco voador, uma bola de fogo, mas ninguém sabia o que era realmente", afirma Rita de Cássia Puccini, que tinha 13 anos quando vivenciou o fenômeno astronômico em São Simão (SP).
O episódio colocou a cidade até então de 15,5 mil habitantes do interior de São Paulo no noticiário nacional e internacional da época.
Com nome em homenagem ao jornalista que preservou seus três únicos resquícios conhecidos na Terra, o aerólito foi classificado por pesquisadores brasileiros, da Unesp de Rio Claro (SP), e canadenses, de um laboratório de Vancouver, como um condrito ordinário, ou seja, um tipo comum de meteorito, composto pela mesma matéria que deu origem ao sistema solar há 4,5 bilhões de anos.
A descoberta da ciência, que somente veio em 2009, foi possível porque Saulo Gomes, jornalista da extinta TV Tupi em São Paulo que cobriu a queda do meteorito em 1967, guardou por quatro décadas as pedras encontradas no estábulo de uma fazenda em Buritizal (SP).
Dessas, uma ficou de recordação. Outra foi doada ao Museu Heinz Ebert, na Unesp de Rio Claro - onde a pesquisa foi realizada -, e a terceira foi concedida, há três anos, para o Museu Nacional do Rio de Janeiro, que detém a maior coleção no país de fragmentos espaciais coletados desde o Brasil Império.
"Produto realmente de intuição. Três pedras, produto de uma reportagem. E não tínhamos a menor ideia que elas faziam história", diz o jornalista.

"Bola de Fogo"

O fotógrafo aposentado Antônio José Zerbetto dormia quando foi acordado por seu pai, assustado, por volta das 3h40 de 14 de agosto de 1967, em São Simão. "Uma bola de fogo caiu do céu aqui na região", lembra.
Em um grupo formado por quatro pessoas, ele saiu à procura do objeto misterioso em meio ao cerrado característico da região. "A cidade inteirinha entrou em alvoroço, todo mundo falando, só se falava nisso. Qualquer rodinha que você ia, qualquer lugar, o assunto era esse”, lembra.
Foram seis horas de buscas cheias de dúvidas e nenhuma certeza na volta para a cidade. "A gente ouvia falar do clarão e do estrondo que deu. Mas não achamos nada. Achamos uma queimada, olhamos em volta não tinha sinal nenhum de reviravolta no chão, nada", cita.
O empresário Sérgio Salvador relata que os moradores, com medo e sem saber o que tinha acontecido, chegaram a cogitar a explosão de uma locomotiva. "A cidade ficou em polvorosa, ninguém sabia o que tinha acontecido. Se era bomba, se tinha caído alguma coisa", diz.
A notícia chegou por volta das 6h à redação da extinta TV Tupi, em São Paulo, onde o repórter Saulo Gomes, também conhecido na época por coberturas como a respeito do médium Chico Xavier, estava de plantão. Quatro horas depois, ele e sua equipe estavam em São Simão para iniciar o trabalho de apuração.
"Caminhoneiros, motoristas de carros, de ônibus, abordados por mim na estrada e em cidades vizinhas, disseram que a luminosidade que se espalhou a partir da explosão aqui em São Simão, deu a sensação de que estávamos em pleno dia. Muitos motores de veículos apagaram sem nenhuma explicação", conta.

Na época, a existência de uma grande formação rochosa existente no cerrado - o que anos mais tarde se confirmou ser um "Arenito de Botucatu" - confundiu as buscas e chegou a dar falsas pistas sobre o meteoro no município. "Ela já existia aqui, colocada pela natureza, há milhares de anos, mas não tem nada a ver com o que explodiu aqui em São Simão”, afirma o jornalista.
Como o efeito da explosão foi sentido fora de São Simão, a aproximadamente 150 quilômetros, Gomes saiu em busca de testemunhos e indícios em diferentes localidades. Uma jornada que o levou a Buritizal, onde moradores relataram danos decorrentes da precipitação de pedras. Algumas delas caíram no estábulo da Fazenda Buritis.
Ao ver os objetos escuros e aparentemente queimados, o jornalista não teve dúvidas em guardar para si mesmo sem ter a certeza, por anos, que eles eram, de fato, os procurados meteoritos que haviam entrado na órbita terrestre.
"Como sempre tive um hábito de guardar coisas, como recordações do meu trabalho, que eu considero um verdadeiro troféu, o cocar de um índio, a flecha de outro, eu trouxe as pedras e guardei."
Mesmo diante das descobertas científicas, o assunto ainda desperta um clima de mistério entre os moradores. "Tem gente que ainda não sabe o que realmente aconteceu", afirma Rita de Cássia.

Fonte: G1-EPTV

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Tropa de Elite no Parque "O Ferreirão"

O parque de vaquejada "O Ferreirão" em Cerro Corá/RN volta ao cenário com a TROPA DE ELITE no próximo dia 02 de setembro com muito forró e boi no chão.



Reservas de Senhas com Flavia Melo - (084) 9.9921-6282

Organização : Anderson Lima , Junior de Madalena e Maykon Lira.

Vai ser SHOW!

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

A história da casa mal-assombrada em Campo Redondo/RN!


A postagem é exclusividade do blog JS BLOGUEIRO e, de acordo com o que foi apurado a casa está localizada a 10 km da sede de Campo Redondo. De acordo com relatos de populares, os mistérios que rondam a bendita residência está atrelada a Botijas (costume entre os descendentes de Portugueses enterrar suas economias).
Ainda de acordo com o blogueiro, após a botija ter sido arrancada (não se sabe por quem), misteriosamente desapareceram as assombrações! Mas, afinal, o que é uma botija?
Falando em botijas, recomenda à leitura no BLOG TOK DE HISTÓRIA, de Rostand Medeiros, veja parte da matéria:

“O povo nordestino tem certas peculiaridades que o distinguem dos de outras regiões brasileiras. São tradições e costumes que o pintam de maneira singular.
Quando criança, comecei a ouvir lá no meu interior, histórias de descobridores de botijas, era o tempo das botijas que creio eu ainda não findou-se.
Contavam os mais velhos que nos séculos XVIII, XIX e ainda quase metade do século XX. O povo do interior costumava guardar suas moedas de ouro, prata e cobre escondidos em latas de metal onde podiam ser conservadas ou em baús revestidos de chapa de metal e enterrados. O lugar era marcado por pedras, acidentes geográficos ou embaixo de grandes e velhas árvores.
As latas eram colocadas nas paredes grossas das casas e os baús, longe, como já dito fora delas.
O costume se fazia pela falta de bancos, pelo medo do roubo e por não ter com que gastar o muito lucrado. Sertanejos faziam quase tudo, e se às vezes tinham o que comprar, guardavam uma minguada economia que sobrava sempre e assim se mantinham".

Fonte: JS BLOGUEIRO / Blog A Voz do Povo

Post de Obama após Charlottesville se torna o mais curtido do Twitter


Uma publicação do ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama após o episódio de violência em Charlottesville, na Virgínia, se tornou o mais curtido da história do Twitter.
Na mensagem, Obama prega tolerância e cita frase do ex-presidente da África do Sul Nelson Mandela.
"Ninguém nasce odiando outra pessoa por causa da cor de sua pele, por sua origem ou por sua religião", publicou Obama junto de uma imagem em que aparece sorrindo para crianças de diferentes etnias.
De acordo com o site Favstar, que reúne os posts mais estrelados e retuitados do Twitter, o comentário de Obama ultrapassou em número de curtidas uma mensagem da cantora Ariana Grande sobre o atentado terrorista após seu show em Manchester, em maio.
Até às 10h desta quarta-feira (16), o post de Obama conta com 3,2 milhões de curtidas e 1,2 milhão de retuítes. Já a publicação de Ariana tem 2,7 milhões de curtidas e 1,1 milhão de retuítes.
No sábado (12), o confronto entre supremacistas brancos e manifestantes antirracistas resultou em ao menos uma morte, quando James Fields, 20, avançou com um carro sobre um grupo contrário aos extremistas.

Fonte: Folha de São Paulo

terça-feira, 4 de julho de 2017

Ilha misteriosa simplesmente surgiu do mar no Triângulo das Bermudas?


Será que uma ilha misteriosa surgiu do mar no Triângulo das Bermudas, conhecido por uma série de incidentes misteriosos, como o naufrágio de um navio da marinha em 1918?
Relatórios dessa manhã sugerem que a ilha misteriosa – antes nunca vista – se ergueu das ondas, na região.
Fãs dos fenômenos paranormais afirmam que a ilha é amaldiçoada e que os naufrágios são causados por forças como “portais temporais” ou por algo relacionado com Atlântida.
Mas embora uma ilha tenha mesmo se formado no mar, nas proximidades do Triângulo das Bermudas (perto, não no Triângulo em si), esse acontecimento não é tão misterioso quanto parece.
A ilha de Cape Point, na Carolina do Norte, não é inteiramente nova. No passado, outras ilhas já se formaram no local.

A ilha também não é povoada por extraterrestres, OVNIs ou viajantes do tempo, embora as autoridades locais digam que ela é perigosa por causa de suas fortes correntezas.
Então, embora a imagem (feita por um drone) seja espetacular, não há nada de paranormal ou mesmo anormal na ilha. Trata-se apenas de uma ilha que se formou, na região onde outras já se formaram no passado.
Uma moradora local, Janice Regan, disse ao PilotOnline: “Não é estranho? O local era só uma pequena protuberância, em abril”.

Fonte: Yahoo Notícias

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Programa de parcelamento de dívidas do MEI começa nesta segunda

Microempreendedores Individuais em débitos com a Receita Federal poderão parcelar boletos em aberto em até 120 meses; veja como fazer o pedido.

Os microempreendedores individuais (MEIs) com boletos atrasados poderão a partir das 8h desta segunda-feira (3) solicitar o parcelamento das dívidas com a Receita Federal. O prazo para fazer o pedido termina no dia 2 de outubro.
É a primeira vez, desde a criação do MEI, em 2009, que o governo abre um programa de parcelamento de débitos. As dívidas acumuladas até maio de 2016 poderão ser parceladas em até 120 prestações, que deverão ter valor de pelo menos R$ 50. Para débitos de boletos vencidos após maio de 2016, o parcelamento será de, no máximo, 60 meses.
Segundo a Receita Federal, o saldo devedor atual dos MEIs é de R$ 1,7 bilhão. O número de microempreendedores individuais cadastrados no Simples Nacional já superou a marca de 7 milhões, mas o percentual de inadimplência tem se mantido há anos no patamar ao redor de 60%.
De acordo com os dados do Fisco, dos 6,94 milhões de MEIs cadastrados em março, apenas 2,78 milhões (40%) efetuaram o pagamento do boleto mensal.
Além de estar inadimplente com o Fisco, o MEI com boletos atrasados corre o risco de não ter acesso a direitos previdenciários como auxílio-doença, salário-maternidade e aposentadoria invalidez.

Cada benefício exige um tempo de carência, ou seja, um tempo mínimo meses de contribuição, e a contagem da carência inicia-se apenas a partir do pagamento da primeira contribuição sem atraso. Para pedir o auxílio-doença, por exemplo, o MEI precisa ter pago em dia no mínimo 12 meses seguidos.

Como parcelar


A solicitação do parcelamento deve ser feita pela internet. Para solicitar a adesão ao programa, o inadimplente deve apresentar a Declaração Anual Simplificada para o Microempreendedor Individual (DASN-Simei) relativa aos respectivos períodos de apuração.
O aplicativo irá calcula a quantidade de parcelas de forma automática, considerando o maior número de parcelas possível. O valor de cada parcela mensal será acrescido de juros da taxa Selic mais 1%, relativamente ao mês em que o pagamento estiver sendo efetuado.
De acordo com a Receita, o pedido de parcelamento:
deverá ser apresentado das 8h do dia 3 de julho até às 20 horas do dia 2 de outubro de 2017, exclusivamente através da página da Receita, do Portal e-CAC ou do Portal do Simples Nacional
abrange a totalidade dos débitos exigíveis;
independe de apresentação de garantia;
implica confissão irrevogável e irretratável da totalidade dos débitos;
será considerado automaticamente deferido depois de decorridos 90 dias da data de sua protocolização, caso não haja manifestação da autoridade concedente
o valor de cada parcela em atraso será acrescido de juros da taxa Selic mais 1%, relativamente ao mês em que o pagamento estiver sendo efetuado
a falta de pagamento de três parcelas, consecutivas ou não, ou a existência de saldo devedor após a data de vencimento da última parcela, cancela o benefício
Na hipótese de boletos posteriores a maio de 2016 também em atraso, o parcelamento em até 120 prestações deve ser requerido antes do ordinário, para garantir que os débitos até maio de 2016 sejam parcelados com o prazo especial de 120 meses.
Caso a dívida esteja com a exigibilidade suspensa em decorrência de discussão administrativa ou judicial, informou a Receita, o microempreendedor individual deverá, até 2 de outubro de 2017, comparecer à unidade da Receita de seu domicílio tributário para comprovar a desistência expressa e irrevogável da impugnação ou do recurso interposto, ou da ação judicial.




Entenda o MEI

O número de microempreendedores individuais (MEIs) cadastrados no Simples Nacional segue em trajetória de crescimento já supera a marca de 7 milhões de pessoas, já superando o total de micro e pequenas empresas, que corresponde a 5 milhões em todo o Brasil.
O programa foi lançado em 2009 para incentivar a formalização de trabalhadores como doceiros, camelôs, manicures, cabeleireiros, eletricistas, donos de pequenos bares e lanchonetes, entre outros.
Para se tornar um MEI, o trabalhador tem de ganhar até R$ 60 mil por ano e não ter participação em outra empresa como sócio ou titular. O microempresário também pode ter um empregado contratado que receba o salário mínimo ou o piso da categoria. Depois que formaliza a atividade, ele passa a ter CNPJ, o que permite a emissão de notas fiscais, o aluguel de máquinas de cartão e o acesso a empréstimos, por exemplo.
Além disso, ao ser enquadrado no Simples Nacional, o MEI fica isento dos tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL). Ou seja, o programa permite sair da informalidade pagando um valor relativamente baixo, que varia de acordo com a categoria. Atualmente, o valor fixo mensal está fixado em: R$ 47,85 (comércio ou indústria), R$ 51,85 (prestação de serviços) ou R$ 52,85 (comércio e serviços). Desde maio, o MEI tem a opção de solicitar na página do programa débito automático para pagar realizar o pagamento mensal.

Com essas contribuições, o Microempreendedor Individual tem acesso a benefícios como auxílio maternidade, auxílio doença, aposentadoria, entre outros.
Mais do que um avanço na formalização de trabalhadores, o crescimento do número microempresários tem sido visto também como um empreendedorismo de necessidade, refletindo diretamente o aumento do desemprego e a forte destruição de vagas no mercado formal de trabalho.

Fonte: G1

terça-feira, 27 de junho de 2017

Idoso de 85 anos reage a assalto e ladrão vai parar no hospital



Um idoso de 85 anos impediu um roubo, na tarde desta terça-feira, em uma das ruas mais movimentadas de Ribeirão Preto, ao reagir ao assalto e aplicar uma voadora no suposto ladrão, que foi parar no hospital e acabou preso. Bem humorado, o "vovô MMA", como foi chamado por populares, sofreu ferimentos leves e se diz "pronto para a próxima".
O aposentado Adauto Martini tinha acabado de comprar dois celulares e parou em uma salgaderia da rua Duque de Caxias para tomar um refresco. Ao sair do local, o desempregado José Roberto Rodrigues, 42, tentou roubar a sacola onde estavam os aparelhos eletrônicos. Ele conseguiu retirar os objetos das mãos do aposentado e se preparava para fugir, quando foi surpreendido.
Ao perceber a ação do homem, o aposentado decidiu interferir. "Eu vi que ele era grandão e que eu não iria conseguir alcançá-lo na corrida, então eu pulei e dei um chute nele no ar", contou, ao UOL. "Voei um dois metros e grudei no pescoço dele. Do jeito que grudei, caí com ele e o imobilizei no chão", relembrou.

A LUTA

Rodrigues entrou em luta corporal com o aposentado e tentou fugir, mas acabou cercado por populares. Ele fraturou o joelho na queda e precisou de atendimento médico. "Bati o joelho, saiu tudo do lugar. "Eu queria pegar uma sacola de salgadinhos que ele estava carregando e comer, não o celular", alegou. A polícia, entretanto, não acredita na versão e ele foi indiciado pelo roubo dos telefones.
O bancário José Araújo Casanova, 39, passava pelo local e observou a cena. Ele conta que ajudou a imobilizar o assaltante e que ficou surpreendido. "Quem vê o senhorzinho que derrubou ele, não acredita. É magrinho, parece frágil, mas acertou em cheio o rapaz", contou.
Rodrigues foi atendido no Hospital Santa Lydia e liberado no fim da tarde de ontem. Ele foi enviado ao Centro de Detenção Provisória, onde permanece. 
Já o aposentado, bem-humorado, informou que está pronto pra outra. Ele teve escoriações e lesões na pele e recebeu atendimento médico no mesmo hospital para onde o assaltante foi levado "Eu tive uns machucadinhos, mas, se vier bandido de novo, eu dou outra nele", disse, rindo. "Estou pronto pra próxima", falou, entre risadas.

Fonte: UOL

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Semente de jaca tem cheiro de chocolate e pode substituir cacau na indústria de cosméticos, diz USP

Aposta é que farinha feita com o grão do fruto seja usada como aromatizante natural; aponta cientista da Escola de Agricultura Luiz de Queiroz em Piracicaba.

Uma pesquisa da Universidade de São Paulo (USP), em Piracicaba (SP), mostrou que a semente da jaca, quando é seca, torrada e moída, tem cheiro de chocolate e pode ser usada na indústria de comésticos.
A aposta é que a farinha do grão, que é mais abundante e barata que o cacau, seja aproveitada como aromatizante, segundo pesquisadores do laboratório de Análise de Alimentos e Nutrição da Escola de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq).
De acordo com os cientistas, que iniciaram o estudos com o fruto em 2011, é a fermentação da semente de jaca dura que deixa o cheiro mais acentuado e semelhante ao do chocolate.
"A descoberta foi quase que acidental", afirmou a professora de Esalq e coordenadora do projeto, Solange Guidolin Canniatti Brazaca.
"Durante um trabalho de pesquisa anterior, quando as sementes foram retiradas do fruto e, depois secas e tostadas, para produção da farinha que era usada na panificação, foi percebido um aroma parecido com o do chocolate, que exalava das sementes", contou.
A partir dessa constatação, os pesquisadores separaram as sementes das jacas mole e dura para verificar qual delas tinha o cheiro característico do chocolate. "Nesse processo, constatamos que as sementes de jaca dura eram as responsáveis pelo aroma", afimrou.
A cientista de alimentos Fernanda Spada, então, resolveu continuar as pesquisas para o trabalho de doutorado e fez com as sementes de jaca o mesmo processo desenvolvido com as do cacau.
"Fizemos com a semente de jaca dura, o mesmo procedimento que se faz com o cacau. Em um dos processos, deixamos as sementes em uma solução com água e ácido acético, que é o famoso vinagre", contou Fernanda.
O gosto da farinha feita com o grão, entretanto, é bem diferente do cacau. Mas, não há motivos para frustração. Segundo a cientista, é possível também fazer uso da semente de jaca também na indústria de alimentos e bebidas, desde que em menor proporção.
Ela ressaltou que hoje a indústria usa aromatizande artificiais de cacau, devido a demanda pelo fruto. E o aromatizande feito com a semente de jaca pode ser uma opção natural. "Claro que o cacau vai continuar a ser usado, mas pode diminuir a proporção", afirmou.
Para que o aromatizande feito com a semente de jaca seja incorporado, é preciso haver parcerias com as indústrias, para que de fato chegue ao consumidor. .
Os participantes dos testes apontaram que as farinhas de jaca fermentadas possuem mais aromas de caramelo, avelã e frutados em comparação com as farinhas acidificadas. O estudo foi publicado em periódico científico internacional.
Os pesquisadores adicionaram a farinha da semente de jaca em misturas para o preparo de cappuccino com o intuito de avaliar a possibilidade de substituição do aroma de chocolate extraído do cacau.

Fonte: G1

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Força Aérea Brasileira já passou uma madrugada caçando OVNI


A FAB (Força Aérea Brasileira) passou uma madrugada inteira tentando encontrar um OVNI, mas foi driblada pela suposta nave de tecnologia e velocidade muito superiores aos equipamentos humanos. O relato, documentado e assinado pelo Comando da Força Aérea, está no livro “Extraterrestres”, do escritor Salvador Nogueira.
A história ocorreu em 19 de maio de 1986. Por volta das 23h15, a torre de controle de São José dos Campos, no interior de São Paulo, informou que havia luzes laranjas, amarelas e verdes sobrevoando a cidade. Simultaneamente, o radar de solo registrou sinais de movimentação.
De acordo com o livro de Nogueira, o primeiro a avistar as luzes do alto foi o coronel Ozires Silva. Segundo ele, a noite de 19 de maio de 1986 estava estrelada, o que significa boa visibilidade. “Entre as estrelas eu vi um clarão, um objeto ovalado. Parecia um astro. A diferença é que astro não aparece no radar (…) Voei na direção dele. E, enquanto me aproximava, ele começou a desaparecer”.
Daí em diante, uma série de fatos inacredítaveis foram registrados pelos radares e monitores da Força Aérea. Uma aeronave de defesa que partiu do Rio de Janeiro ao encontro do objeto não-identificado e o piloto avistou uma luz branca abaixo de seu nível de voo. O ponto subiu e ficou a 10 graus acima da aeronave.
A perseguição evoluiu e o piloto relatou que a luz passou de branca para vermelha, verde e depois voltou a ser branca. Sem conseguir avistar nada mais do que o ponto de luz, a aeronave retornou para a base, já que o nível de combustível estava crítico.

SEGUNDA BUSCA

Cerca de duas horas e meia depois, outro objeto não-identificado apareceu no radar. Este voava por Anápolis, cidade de Goiás, e os dados do radar eram precisos: apontavam velocidade e direção do deslocamento. Mas, ao enviar um caça da base de Anápolis para fazer o reconhecimento, novamente a frustração.
O objeto voava mais rápido e com mais agilidade para mudar de rota do que a aeronave tripulada pelos brasileiros. O OVNI se deixava aproximar, depois acelerava até sumir do radar. Enquanto isso, o piloto fazia o possível para ter contato visual. No fim, retornou para base sem sucesso.
Mesmo com o fracasso nas duas primeiras tentativas, a caçada não se encerrou. No Rio de Janeiro, o comando enviava uma nave atrás da outra. Enquanto uma voltava para a base sem combustível, outra era preparada para decolar. Nada, além de luzes e fortes sinais nos radares, foi obtido.
Ao fim das tentativas, o Comando deu um relato contundente e preciso à missão. “Como conclusão dos fatos constantes observados, em quase todas as apresentações, este Comando é de parecer que os fenômenos são sólidos e refletem de certa forma inteligências, pela capacidade de acompanhar e manter distância dos observadores como também voar em formação, não forçosamente tripulados.”

O livro “Extraterrestres” está a venda em livrarias e lojas on-line.

Fonte: Yahoo Notícias